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9月28日 FILOSOFIAS DE VIDAVárias filosofias de vida baseiam-se no misticismo.
Filosofias de vida: Epicurismo e Cristianismo A vida é uma arte. A vida por ser perturbada pela antecipação de males futuros, pela corrida aos bens materiais, por pensamentos insensatos. A nossa felicidade pode ser prejudicada por escolhas erradas, e por ideias, concepções e opções de vida pouco sábias. Só sendo sábios podemos dar sentido à vida. E cabe à filosofia consegui-lo. A filosofia é uma forma de atingir a sabedoria, que é por seu turno a via de se chegar à felicidade.
Esta é, muito resumidamente, a posição de um importante grupo de filósofos antigos em que, indubitavelmente figura, como elemento destacado, Epicuro (341-270 a.C.).
Epicuro defendeu formas de vida centradas em pequenos grupos, tanto quanto possível retirados da vida social e política activa, onde deveria ser cultivada a amizade, a sabedoria, e em última análise o prazer.
''O prazer é o princípio e o fim do viver feliz'', diz ele. ''É o bem primeiro e inato, e é baseado nele que se devem concretizar as nossas escolhas e as nossas aversões'', defendeu.
Esta ênfase no prazer, leva a que muitos, abusivamente, considerem como eminentemente epicuristas as concepções contemporâneas de felicidade.
No entanto, Epicuro não era um adepto do que hoje se designa por consumismo, nem um defensor do prazer imoderados. Disse ele, a propósito do prazer. ''Não são os convites e as festas contínuas, nem a posse de crianças e mulheres, nem de peixes nem de todas as outras coisas que podem oferecer uma sumptuosa mesa, que fazem doce a vida, mas sim o sóbrio raciocínio que busca as coisas de toda a preferência ou repulsa, e afugenta as opiniões que levam a que a perturbação se apodere dos espíritos'', disse ele, apostando na contenção.
Não sabemos como foi a vida das comunidades epicuristas que se multiplicaram com grande êxito pelo antigo mundo grego-romano. Os primeiros cristãos, e nomeadamente Santo Agostinho, atacaram-nas violentamente, acusando os epicuristas de viverem em festas constantes e até de orgias e deboches.
É algo que não está provado, os escritos de Epicuro sugerem um homem moderado e sensato, recusando embarcar no mundo da cedência a prazeres desenfreados, advogando a contenção, numa posição comum a filósofos como Sócrates ou aos estóicos, para quem a felicidade também passava pela moderação dos nossos desejos e pelo domínio dos nossos sentimentos e paixões.
Há de qualquer modo um choque profundo entre a filosofia de vida Epicuro, e as filosofias de vida nascidas do cristianismo.
VIDAVIDA
A vida, acredita, não é um sonho
Tão negro quanto os sábios dizem ser. Frequentemente uma manhã cinzenta Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta. Às vezes há nuvens sombrias Rapidamente, alegremente E quando por vezes a Morte aparece Oh, mesmo então a esperança há-de renascer, 9月18日 Sem amorA inteligência sem amor, te faz perverso
A justiça sem amor, te faz implacável
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita
O êxito sem amor, te faz arrogante
A riqueza sem amor, te faz avaro
A docilidade sem amor, te faz servil
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso
A beleza sem amor, te faz ridículo
A autoridade sem amor, te faz tirano
O trabalho sem amor, te faz escravo
A simplicidade sem amor, te deprecia
A oração sem amor, te faz introvertido
A lei sem amor, te escraviza
A política sem amor, te deixa egoísta
A fé sem amor, te deixa fanático
A cruz sem amor se converte em tortura
A vida sem amor... não têm sentido....
9月8日 ATÉ QUE PONTO SOMOS FELIZES?
A FELICIDADE NÃO É ETERNA E PERMANENTE O homem pode subir até aos mais altos cumes, mas não pode lá morar por muito tempo. Nunca somos tão felizes ou infelizes quanto imaginamos. A aptidão do homem para sofrer é comparável à sua aptidão para gozar, a sua aptidão para a desgraça é inseparável da sua aptidão para a felicidade. O homem é o artífice da sua própria felicidade. Não podemos deixar de desejar a verdade e a felicidade, mas somos incapazes de ter certezas ou de ser felizes. Julgamos mal, e é com frequência que ignoramos o bem que temos nas mãos, até o perdermos. 9月3日 SEMPRE ESPERANDOENCONTROS E DESPEDIDAS (André Luís Gabriel) Passamos grande parte da vida idealizando encontros. Ainda que a distância exista que o espaço persista ainda que as horas devorem planos e a lei de Newton exagere os anos ainda assim, o encontro será inevitável porque ideal é a alma, imune ao tempo. Por isso, não desistir do encontro é vencer o tempo ofertando-lhe flores embrulhadas num calendário. Sim, a idéia é perfeita não é idéia a ampulheta ideal sim é a vida mas não essa que é contida pois enquanto idealizamos encontros ela materializa despedidas. |
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